
O controle da qualidade do ar de ambientes fechados é tema de grande preocupação de ambientalistas e profissionais da área de saúde.
Concentrações em níveis altos de dióxido de carbono, umidade relativa do ar e temperatura inadequadas, presença de fungos e bactérias, existência de compostos orgânicos voláteis e partículas inaláveis, sem contar ruídos e vibrações indesejáveis, levam à deterioração da qualidade do ambiente interior.
A conseqüência disso é o surgimento de problemas de saúde ao seus ocupantes, além de prejuízos materiais que possam surgir, pela degradação de acervos ou outros objetos.
São relacionados à chamada Síndrome do Prédio Doente - SED, todas as reclamações de saúde causadas sob influência do ambiente do prédio.
A contaminação se dá, principalmente, pela má ou inadequada forma de operação e manutenção dos aparelhos de ar condicionado, que gera a propagação de mofo e favorece a proliferação de ácaros, bactérias e outros agentes patogênicos.
São, também, edifícios doentes aqueles cujos materiais empregados na decoração apresentem níveis de toxidade superiores aos toleráveis pelo homem.
A importância das plantas em ambientes fechados já foi mais que comprovada por especialistas e estudiosos do mundo todo, contudo o seu cultivo em terra favorece a poluição do ar interno, através de doenças de solo, como bolor e míldio, sem contar o fato de que propaga fungos, bactérias e bacilos.
É por essa razão que se faz necessária, e quase que obrigatória, a utilização de plantas ornamentais hidropônicas, impedindo a transmissão de doenças, uma vez que são cultivadas com a ausência de terra.
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